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Cantor Eduardo Rangel lança videoclipe com temática ecológica

Foto: Lia de Paula
É com olhar otimista que o cantor e compositor brasiliense Eduardo Rangel enxerga o futuro da relação do homem com a natureza, vislumbrando uma dinâmica de respeito dos seres humanos ao meio ambiente, resultando numa utopia só imaginável nos dias de hoje em obras de ficção científica – aliás, uma das inspirações da composição 3416 d.C., faixa de abertura de seumais recente álbum, Estúdio (lançado em 2011). 

A música foi escolhida para virar videoclipe, tarefa que ficou a cargo do cineasta Douro Moura. Com patrocínio do FAC (o Fundo de Apoio à Cultura), o vídeo foi realizado em cinco meses e está próximo de sua estreia oficial: primeiramente na internet, em 9 de setembro, para ser visto por pessoas de todo o mundo e três dias depois, em telão de 200 polegadas, com projeção do clipe e apresentação de Eduardo Rangel e banda no Jardim Botânico (dentro da programação do evento Semana do Cerrado). 

Em 3416 d.C., o cantor interpreta o personagem-autor, um homem do futuro que celebra a felicidade do triunfo da consciência ecológica e manda um recado de esperança via ondas de rádio para o passado. O personagem agradece aos habitantes do século 21 por terem preservado o planeta, para que ele possa estar vivo em 3416. Aos habitantes do presente, a música lembra a responsabilidade com o legado que deixarão para o futuro da Terra. 

O clipe foi filmado em Brasília e na cidade goiana de Cavalcante, localizada próxima à mística Chapada dos Veadeiros. As cenas que representam o passado, ou seja, o nosso presente, são apresentadas com situações do cotidiano. Para 3416 foram reservadas cenas de sugestões futuristas. 

“Acho que a música tem desperta do interesse porque gera diversas interpretações, é uma causa nobre e puxa pela imaginação”, comenta Eduardo Rangel. Por isso mesmo, o cantor deu toda a liberdade de criação para o diretor fazer o clipe. Douro partiu da música para a criação, tentando abstrair referências visuais que pudessem influenciar oulimitar o trabalho. “A própria música determinou que o clipe se passaria nopassado e presente – no caso, o futuro, o ano de 3416. Nesse sentido, ficou fácil: tentamos nos ater a uma natureza exuberante. A grande dificuldade foi encontrar uma locação com estrutura física de uma residência que estivesse em comunhão com a natureza – pois no futuro sugerido pela música é assim que aspessoas vivem”, pontua Douro. 

A locação escolhida é a casa, recém-construída, de um amigo do Eduardo. “Essa casa foi um achado! Ela é bemmoderna, mas no meio do mato, sem interferir na natureza ao redor, o que temtudo a ver com a música: o contraste da tecnologia de ponta com a naturezapreservada”, observa o cantor. 

No show de lançamento, Eduardo Rangel será acompanhado por Joaquim França (piano digital), Oswaldo Amorim(baixo), Renato Gloria (bateria), Paulo Góes (guitarra) e Ocelo Mendonça (violoncelo e saxofone). No repertório, o cantor privilegiará composições presentesno disco Estúdio.

Serviço do show
Dia 12 de setembro, às 19h, no Jardim Botânico (SMDB, Área Especial, Lago Sul). Acesso livre. Classificação indicativa livre.

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