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» » » » » » Vinte anos de vanguarda
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Exposição no Museu Nacional da República apresenta livros, documentos, ilustrações e outros objetos que contam a história de um rico período da literatura argentina

Crédito: Acervo Sergio Baur
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As primeiras décadas do século 20 foram profícuas no avanço das linguagens e do fazer artístico em diversas áreas. A Argentina não ficou longe dessa influência. O reflexo disso na produção literária do país é o tema da exposição Vanguardas literárias argentinas: 1920-1940, que ocupa o Museu Nacional da República (Esplanada dos Ministérios) entre 9 e 29 de maio. A exposição tem entrada gratuita e faz parte da série de eventos Cultura Azul e Branca, em comemoração à data nacional argentina.

Vanguardas literárias argentinas: 1920-1940 apresenta fotos, matérias de jornais e revistas de época, documentos, filmes, primeiras edições de livros, gravuras, ilustrações, cartazes e outros itens que ajudam a apresentar este rico período criativo. A exposição tem curadoria do argentino Sergio Baur, especialista na literatura rio-platense, e foi concebida no âmbito da Feira Literária de Frankfurt, Alemanha, em 2010, quando a Argentina foi a nação homenageada pelo evento.

Rivais complementares

Entre as décadas de 1920 e 1940, a produção literária e estética argentina manteve um intenso diálogo com as correntes da vanguarda internacional. Naquela época, em Buenos Aires, manifestaram-se intelectualmente dois grupos antagônicos, mas também complementares: Florida e Boedo – cujos nomes fazem referência aos bairros da capital argentina onde surgiram.

A concepção de cada grupo literário tinha uma forte vinculação social com o sentimento de pertencimento a cada um desses bairros portenhos. Florida, em referência à rua cosmopolita da cidade, foi um grupo em cujas fileiras se destacou Jorge Luis Borges, seguido por um grande número de escritores e artistas (entre eles José de España, Evar Mendez, Conrado Nalé Roxlo e Horacio Rega Molina) que, depois de fazerem suas viagens de formação europeia nos anos de juventude, alinharam-se a uma vanguarda experimental surgida das primeiras manifestações do futurismo.

A ininterrupta chegada de imigrantes ao solo argentino criou uma nova classe social,influenciada por tendências do socialismo e anarquismo, originando uma corrente literária-artística fortemente vinculada ao clima revolucionário das primeiras décadas do século 20. Sob a denominação de Boedo, em explícita referência a uma região onde residia o proletariado urbano, o grupo teve como objetivo a luta dos trabalhadores, suas reivindicações sociai se um internacionalismo que respondia aos aspectos fundamentais da militância de esquerda. Fizeram parte do Boedo autores com Leónidas Barletta, Nicolás Olivari, Elías Castelnuovo, Lorenzo Stanchina e Álvaro Yunque.

Vanguardas literárias argentinas: 1920-1940

Abertura: 13 de maio, às 19h30.
Visitação: de 9 à 29 de maio, das 9h às 18h30, de terça a domingo, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República.
Entrada franca.
Classificação indicativa livre.

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BRASÍLIA POP 
brasiliapop@brasiliapop.com

Sobre Elijonas Maia

Elijonas Maia, 23 anos, é fundador e diretor-geral do Brasília Pop. Começou na internet em 2008, escrevendo para sites especializados na área de TV. Colaborou com o extinto TV Audiência e foi colunista semanal. Escreveu para a revista E-teen até criar o blog Pecevejo, de Variedades, ultrapassando 1 milhão de visitas em menos de um ano. Foi eleito pelo canal pago Multishow uma das 500 pessoas mais influentes do Twitter. Fora do mundo virtual, o jornalista já trabalhou no Jornal Satélite, Revista Freedom, Associação dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Correio Brazilliense, TV Record Brasília e atualmente é repórter do Diário do Poder.
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